Yahoo técnicas SEO

Yahoo técnicas SEO

Todos os motores de busca têm o seu próprio algoritmo para determinar a posição das páginas. Vou falar dos tópicos mais importantes para a Yahoo, pois a tendência normal é optimização para o Google por ser o mais utilizado, mas não devemos descartar os restantes.

Conteúdo

É o factor mais importante a considerer. Eles consideram os inboundlinks e ouros factores mas este é sem dúvida aquele a que a Yahoo presta mais atenção e mais valoriza.

Densidade de keywords

Enquanto que para a Google uma densidade de 2% ou 3% pode ser suficiente, para a yahoo a mesma densidade deve ser bastante maior, o que nos leva a aumentar a qualidade do copy para aumentar a densidade. Neste ponto é importante não descurar a usabilidade e leitura do site por parte do utilizador, ou seja, qual o mais importante: motor de busca ou utilizador?

Variantes das palavras-chave

Sempre que a o Information Retrieval System Yahoo analisa as palavras de uma página, mede também as suas possíveis variantes ou sinónimos, pelo que podem e devem ser consideradas para o copy.

A questão é: Como optimizer para Yahoo sem ser penalizado pela Google?

A diferença de densidades aceitáveis entre ambos os sistemas leva-nos a questionar para qual nos devemos orientar. A melhor forma é optimizar para a Google o utilizar palavras variantes e plurais para atingir a densidade óptima para a yahoo.

Uso das Meta Tags

A yahoo ainda dá relevancia a MetaTag’s. Utilize-as pois não penalizam para a Google.

Moleza do Bot Yahoo

Comparado com a Google o Bot Yahoo é um animal pesado. Não espere que ele acorde e crie imediatamente um sitemap para que ele não precise de estar muito acordado para encontrar todas as páginas relevantes do seu site

Proposta Google para indexação de conteúdos AJAX

Proposta Google para indexação de conteúdos AJAX

A Google propõe captar conteúdos com AJAX. Isto será uma revolução incrível e voltará a encorajar os Webmasters e SEO’s a utilizar AJAX e assim enriquecer os websites, podendo os seus conteúdos passar a estarem acessíveis para a Google.

Acredito eu também que esta será uma evolução importante para os conteúdos Web e respectiva indexação.

A Google afirma que 70% dos websites utilizam javascript em qualquer que seja o seu método. Claro está que este valor não se refere apenas ao AJAX, mas uma parte destes 70% serão realmente em AJAX.

Seguem os objectivos que a Google pretende alcançar com esta melhoria:

·

Utilizadores e motores de busca vêem o mesmo conteúdo

·

Os motores de busca podem enviar os usuários directamente para o URL AJAX (e não a uma cópia estática)

·

Criar uma forma de validação do AJAX para os webmasters e SEO’s (se o spider ler todo o conteúdo inserido então está bem programado )

Como é que os motores de busca irão indexar conteúdos com AJAX?

Alterar ligeiramente os fragmentos de URL para páginas AJAX
As páginas com AJAX exibem o mesmo conteúdo sempre que o acesso seja directo. Estas são as páginas que poderão ser referidas nos resultados da pesquisa.

Em vez de um URL semelhante a:

http://example.com/page?query#state

A Google direccionar um token para tornar possível a reconhecer os URL’s:

http://example.com/page?query#[FRAGMENTTOKEN]state

Baseado numa revisão dos URL’s na web, propõe ainda a utilização de "!" (ponto de exclamação), como o token ideal para o efeito. A proposta de URL que pode ser demonstrado nos resultados da pesquisa seria então:

http://example.com/page?query#!state

Use um headless browser que gere um HTML instântaneo no servidor
O headless browser é usado para aceder às páginas com AJAX e gerarem imediatamente um código HTML com base no estado final no browser.

Apenas e só URL’s com tag’s são passados para o headless browser para processamento.. Ao fazer isso, do lado do servidor, o webmaster controla o código HTML do site que é gerado e pode facilmente verificar que todos os scirpt’s JavaScript são executados na perfeição.

Um exemplo é o browser HtmlUnit, um código aberto "GUI-less navegador para programas Java. Muito interessante!

Permitir que os indexadores de motores de busca acedão a estes URLs

Como os fragmentos do URL nunca são enviados nos pedidos ao servidor, é necessário alterar ligeiramente o URL usado para aceder à página.

Ao mesmo tempo, diz ao servidor para usar o headless browser para gerar o código HTML em vez de devolver uma página com JavaScript, sendo que outros URL’s continuarão sem chamar o headless browser.

A Google propõe retratar a informação do estado e adicioná-la aos parâmetros de consulta com um token. Aplicando o exemplo acima descrito, uma URL que seria

http://example.com/page?query&[QUERYTOKEN]=state

Com base na análise de URLs corrente na Web ainda propõe o uso de um "_escaped_fragment_" como o token.

A proposta seria então:

http://example.com/page?query&_escaped_fragment_=state

Mostrar a URL original para os utilizadores nos resultados da pesquisa

Para melhorar a experiência de interacção, faz sentido para os utilizadores referenciarem directamente as páginas baseadas em AJAX.

Isto pode ser conseguido, por exemplo, para uma URL original como: http://example.com/page?query#!state

Para um URL de estado, como por exemplo:
http://example.com/dictionary.html # AJAX

que poderia estar disponível para indexadores e utilizadores como por exemplo:
http://example.com/dictionary.html #! AJAX

que poderá ser indexado como
http://example.com/dictionary.html?_escaped_fragment_=AJAX

que por sua vez seria apresentado aos utilizadores como
http://example.com/dictionary.html#!AJAX

Manual SEO em Português: Parte 1

A importância do Google

Existindo vários motores de busca conhecidos porquê centrarmos a nossa atenção no Google? Porque é o mais utilizado, o mais proeminente e ainda o mais importante de todos eles. Actualmente o Google apresenta resultados no seu motor de busca com dados da Google e com base em vários parceiros e directorias. Isto significa que estar em número 1 no Google implica poder estar bem número 1 também nos seus parceiros, pois não sendo linear, essa possibilidade é extremamente alta. Estou a referir-me a:

AOL, Netscape, Earthlink, CompuServe, Lycos, iWon.com, Go.com e ainda AT&T WorldNet.

Assim consideremos que o Google se apresenta como responsável de cerca de 70% do tráfico gerado por motores de busca a nível mundial, sendo em Portugal este valor percentual de quase 90%.

É por estas razões que devemos focar os nossos esforços para promoção e posicionamento do nosso website no Google, pois os restantes competidores de uma forma similar avaliam cada website, permitindo-me assumir que estando bem para o Google estaremos bem para todos os motores de busca.


Publicidade online Google: DoubleClick Ad Exchange

Publicidade online Google: DoubleClick Ad Exchange

A Google quer ganhar uma parte do mercado de publicidade online dominado actualmente pela Yahoo com a abertura de um novo serviço chamado DoubleClick Ad Exchange, voltado a anúncios visuais, como banners, vídeos e peças interactivas.
O Ad Exchange é uma loja online em tempo real que ajuda tanto anunciantes como agências publicitárias a comprar e vender espaço para exibir propaganda na internet.
O Google domina o mercado de publicidade de pesquisa, que inclui publicidade em texto conforme os resultados apresentados nas pesquisas feitas pelos utilizadores Google.
Esse tipo de publicidade somou 51,4% de todo o gasto com publicidade na web nos Estados Unidos durante o segundo trimestre de 2009, e em comparação, os anúncios visuais representaram 29,5% de toda a publicidade online no mesmo período.
Com o DoubleClick Ad Exchange, a Google espera atrair a atenção de editores e anunciantes, e criar um mercado de publicidade mais eficiente. Vai melhorar o retorno dos anunciantes e permitir que os editores consigam valorizar mais seus conteúdos.
O novo serviço estará acessível para utilizadores do AdSense e AdWords por meio das interfaces já existentes, permitindo a compra e venda de anúncios visuais juntamente com os anúncios em buscas.


Google Wave - O que é?

Veja o vídeo explicativo do Google wave em português

Deixe a sua opinião acerca do Google Wave. Veja o vídeo oficial da Google Brasil em português e fique a par de todas as movimentações recentes da Google.

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Ferramentas SEO para e-Marketers

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Alexa

Backlink

Domain Popularity, Domain Stats Tools…

Google Page Rank Checker, Adwords Keyword Tools,Google Banned Tools…

Como funciona um motor de busca – Parte II

Segunda parte da saga sobre SEO: Como funciona um motor de busca: Processamento

Como funciona um motor de busca – Parte II

Processamento de Páginas

O processador de páginas prepara, procura e compila páginas, documentos ou sites. Um processador faz algumas das seguintes tarefas:
• Normaliza o documento
• Divide o documento em partes de acordo com as unidades pretendidas
• Identifica os elementos indexáveis
• Elimina stop words
• Redução ao termo base
• Extrai as entradas do índice
• Cria e actualiza o ficheiro inverso

Tudo começa na normalização dos diferentes documentos (formatos) existentes de diferentes provedores ou websites. Este processo serve para juntar todos os dados numa estrutura de dados consistente. É bastante importante na medida em que os ponteiros guardados no ficheiro invertido vão activar o sistema para recolher vários tamanhos unitários (site, página, secção, parágrafo, frase, …).
A identificação do potencial de indexação dos elementos no documento é de uma importância dramática porque afecta a natureza da qualidade de representação do documento que o motor de busca procura.
Quando se desenha um sistema deste tipo, deve ser definida a palavra ‘termo’. O que é um termo? Uma palavra alfa-numérica com ou sem pontuação? Várias palavras ordenadas ou sem ordenação? Isto é um problema pois existem palavras que isoladas têm um sentido completamente diferente. Por exemplo, alguns estrangeirismos muito comerciais como “hot dog”, têm uma representação que separadamente não se encontra com esse significado individual de cada palavra, não podendo ainda ser definida com base em apenas uma palavra.
Cada motor de busca define as suas regras e o processador executa-as. O separador das palavras (Tokenizer) deve seguir assim estas regras para que a estrutura de dados seja consistente.
O passo seguinte é eliminar as stop words para aumentar o potencial de correspondência nas pesquisas nos termos com menor valor na pesquisa. As stop words são geralmente as palavras tais como substantivos de pouca significância tais como:
• Artigos (a, o os, as)
• Conjunções (e, ou)
• Interjeições (oh, nas)
• Proposições (dentro, cima, baixo)
• Pronomes (ele, ela, isto)
• Formas do verbo ser (é, são)
De forma a eliminar estas palavras um algoritmo compara os termos candidatos ao índice no documento com a lista de stop words e elimina os correspondentes para não serem indexados para pesquisa.
A redução ao termo base pretende remover os sufixos das palavras, talvez recursivamente (penso que só assim o conseguirá). Este processo tem dois grandes objectivos:
• Eficiência – reduz o número de palavras únicas indexadas
• Eficácia – melhora as chamadas ao índice
A redução ao termo base significa reduzir uma série de palavras a um termo base entre elas, do qual todas elas derivam. Por exemplo, para a palavra ‘analisado’ temos:
Base: anali
Variantes: analisado, analista, analisou, analise, …..
Desta forma, uma pesquisa por análise poderão existir motores de busca de definam iguais possibilidades para todas as variantes de um termo base pesquisado, ou seja, todas as variantes podem ter oportunidade de ser colocadas como resposta à pesquisa. Isto nunca poderia acontecer sem a lógica do termo base, pois cada termo seria uma entrada única no índice e não existiria esta possibilidade.
Após a redução ao termo base, o texto lido pelo spider irá ficar reduzido à sua forma mais básica. Agora tem de ser inserido no ficheiro invertido que lista todas as entradas e a respectiva posição e frequência.
O peso é atribuído aos termos no ficheiro do índice. É sempre feita uma comparação sobre as frequências no índice e no documento. Este processo pode ser mais ou menos complexo dependendo do algoritmo utilizado (vai desde o 0-1 até algoritmos bastante complexos).
O índice ou ficheiro invertido é a estrutura de dados interna que guarda a informação indexada que será pesquisada. Ficheiros invertidos quanto mais complexos maior a qualidade que devolvem aos resultados da pesquisa.